Three years, loved you every single day, made me weak
It was real for me, yup, real for me
Now I'll fake it every single day 'til I don't need fantasy, 'til I feel you leave
But I still remember everything, how we'd drift buying groceries
How you'd dance for me
I'll start letting go of little things 'til I'm so far away from you,
far away from you, yeah
O que é essa fita?
Essa é minha fita favorita!
quarta-feira, 8 de agosto de 2018
quinta-feira, 26 de julho de 2018
sexta-feira, 22 de junho de 2018
Filmes franceses
O cinema francês é conhecido por, quase consciente e intencionalmente, se contrapôr ao americano, principalmente no que se refere a retratar relacionamentos.
Filmes americanos são boy meets girl. Os franceses falam de desencontros.
Os primeiros são conhecidos pela comunicabilidade. A plateia sempre tem uma noção de quem é o personagem e de quais conflitos ele trava consigo mesmo. O mesmo não se pode dizer nos filmes franceses. Decisões surpreendentes, quebras repentinas, longos silêncios sem nenhuma indicação do que é preciso ver ou entender.
Mais do que tudo, acredito, os filmes franceses são muito mais sobre despedidas.
Sobre o relacionamento que não deu certo. Sobre as cicatrizes que deixou.
Não é apenas não ter um final feliz, mas não ter um final. É encarar o que fica para trás como parte ainda de uma história permanentemente inacabada.
Tento não ser muito pedante escrevendo esse texto. Apenas fiquei um pouco mais atento às despedidas.
Filmes americanos são boy meets girl. Os franceses falam de desencontros.
Os primeiros são conhecidos pela comunicabilidade. A plateia sempre tem uma noção de quem é o personagem e de quais conflitos ele trava consigo mesmo. O mesmo não se pode dizer nos filmes franceses. Decisões surpreendentes, quebras repentinas, longos silêncios sem nenhuma indicação do que é preciso ver ou entender.
Mais do que tudo, acredito, os filmes franceses são muito mais sobre despedidas.
Sobre o relacionamento que não deu certo. Sobre as cicatrizes que deixou.
Não é apenas não ter um final feliz, mas não ter um final. É encarar o que fica para trás como parte ainda de uma história permanentemente inacabada.
Tento não ser muito pedante escrevendo esse texto. Apenas fiquei um pouco mais atento às despedidas.
segunda-feira, 7 de agosto de 2017
Sobre o amor (e também não sobre ele)
Depois de 24 revoluções terrestres em torno do Sol, minha vida, já tendo passado de seu primeiro quarto de tempo na Terra, já deveria ter me ensinado muito, senão quase tudo do amor.
Ainda assim, acredito ter finalmente aprendido que a natureza desse sentimento tão profundo é justamente não ter natureza: não há forma definida, expressão certa, nem mesmo é sempre possível identificá-lo com clareza.
Da mesma forma, não há tempo para que ele apareça, muito menos quaisquer condições que induzam a sua chegada. O amor é essa urgência que vem arrebatadora, sem aviso ou notificação. Pode até vir disfarçado e, quando percebido, será impossível não se fazer presente.
Se é possível, portanto, aprender alguma coisa sobre o amor, é que não se aprende nada com ele. Tal sentimento, eterno metamorfo, acabará sempre por te surpreender de alguma forma.
Talvez seja isso mesmo que o torne tão fascinante e, por vezes, tão doloroso.
Ainda assim, acredito ter finalmente aprendido que a natureza desse sentimento tão profundo é justamente não ter natureza: não há forma definida, expressão certa, nem mesmo é sempre possível identificá-lo com clareza.
Da mesma forma, não há tempo para que ele apareça, muito menos quaisquer condições que induzam a sua chegada. O amor é essa urgência que vem arrebatadora, sem aviso ou notificação. Pode até vir disfarçado e, quando percebido, será impossível não se fazer presente.
Se é possível, portanto, aprender alguma coisa sobre o amor, é que não se aprende nada com ele. Tal sentimento, eterno metamorfo, acabará sempre por te surpreender de alguma forma.
Talvez seja isso mesmo que o torne tão fascinante e, por vezes, tão doloroso.
terça-feira, 18 de julho de 2017
Requiem por cinco sentidos
Quando o Sol raiar, espero ver seu rosto
Seus olhos que iluminam meu quarto, minha vida
Tal como os primeiros e mais belos raios da manhã
Quando tudo passar, espero ouvir sua voz
Sua fala que acalma meu dia, minha alma
Tal como as primeiras e mais belas músicas da manhã
Quando você acordar, espero sentir seu corpo
Seu toque que acende minha vontade, meu desejo
Tal como as primeiras e mais belas fantasias da manhã
Quando tudo mudar, espero beijar seu pescoço
Sentir seu cheiro que perfuma minha cama, minha memória
Tal como as primeiras e mais belas flores da manhã
Quando eu levantar, espero te dar um beijo
Sua língua que passa nos meus lábios, meu corpo
Tal como os primeiros e mais belos sonhos da manhã
Seus olhos que iluminam meu quarto, minha vida
Tal como os primeiros e mais belos raios da manhã
Quando tudo passar, espero ouvir sua voz
Sua fala que acalma meu dia, minha alma
Tal como as primeiras e mais belas músicas da manhã
Quando você acordar, espero sentir seu corpo
Seu toque que acende minha vontade, meu desejo
Tal como as primeiras e mais belas fantasias da manhã
Quando tudo mudar, espero beijar seu pescoço
Sentir seu cheiro que perfuma minha cama, minha memória
Tal como as primeiras e mais belas flores da manhã
Quando eu levantar, espero te dar um beijo
Sua língua que passa nos meus lábios, meu corpo
Tal como os primeiros e mais belos sonhos da manhã
quinta-feira, 8 de junho de 2017
Eu olho para o céu
Lua que brilha sobre o mar profundo
Ilumina o caminho do cardume que nada
Tão pouco que veem o caminho à frente
Caem em devaneio em meio ao nada
Os sonhos que tenho que me abraçam
Não hesito e aceito o calor do afago
Por vezes me perco nesses tantos braços
Sinto-me confortável neles que laçam
Ilumina o caminho do cardume que nada
Tão pouco que veem o caminho à frente
Caem em devaneio em meio ao nada
Os sonhos que tenho que me abraçam
Não hesito e aceito o calor do afago
Por vezes me perco nesses tantos braços
Sinto-me confortável neles que laçam
sábado, 3 de junho de 2017
Outros tempos
Foi quase um ano de mudanças e adaptações.
Quase 12 meses olhando para mim mesmo e ao meu redor
Foi quase um ano pensando em tudo que fiz de errado.
Quase 12 meses de auto tortura silenciosa.
Mas passou.
Esses são outros tempos agora.
Esses são os tempos de novos pensamentos.
Novos encontros e desencontros.
Tempos da renovada leveza do meu ser.
O arco dessa temporada finalmente começou.
Quase 12 meses olhando para mim mesmo e ao meu redor
Foi quase um ano pensando em tudo que fiz de errado.
Quase 12 meses de auto tortura silenciosa.
Mas passou.
Esses são outros tempos agora.
Esses são os tempos de novos pensamentos.
Novos encontros e desencontros.
Tempos da renovada leveza do meu ser.
O arco dessa temporada finalmente começou.
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