E não mais onde estava - onde estávamos.
segunda-feira, 13 de setembro de 2021
sábado, 14 de março de 2020
Às vezes não basta a felicidade
De se ver livre, de ser ver leve
Da verdade, se existe, nada se tem
Nada se cria, nem dela foi criada
Nem sempre basta ter a risada
Por vezes é melhor a tosse seca
Da mais nova pandemia que assola
Nossa breve, fugaz existência
O ritmo muitas vezes é falho
E o tom, desencaixado
Mas não é disso que se trata?
Não é um soneto de fato
Pois nos falta métrica
A métrica do que se almeja.
De se ver livre, de ser ver leve
Da verdade, se existe, nada se tem
Nada se cria, nem dela foi criada
Nem sempre basta ter a risada
Por vezes é melhor a tosse seca
Da mais nova pandemia que assola
Nossa breve, fugaz existência
O ritmo muitas vezes é falho
E o tom, desencaixado
Mas não é disso que se trata?
Não é um soneto de fato
Pois nos falta métrica
A métrica do que se almeja.
quinta-feira, 29 de agosto de 2019
Ainda é Agosto
Mês esse do qual não esqueço ainda
Três anos já se passaram
Desde que não te tenho em meus braços.
É tempo já que não me machuca
Lembrar nos dias sua falta
Recordo leve desse gosto amargo.
Três anos já se passaram
Desde que não te tenho em meus braços.
É tempo já que não me machuca
Lembrar nos dias sua falta
Recordo leve desse gosto amargo.
sexta-feira, 24 de maio de 2019
Seria o melhor dos dois mundos se não houvesse por que escolher entre o frio na barriga do risco e descoberta, e o afago nos braços de um abraço a quem te é querido.
Mas é bom também quando sabemos escolher, e nos mantemos fiéis à nossa escolha.
Consistência, cada vez me convenço mais, é o verdadeiro passo para a felicidade.
Mas é bom também quando sabemos escolher, e nos mantemos fiéis à nossa escolha.
Consistência, cada vez me convenço mais, é o verdadeiro passo para a felicidade.
sábado, 20 de abril de 2019
O verdadeiro significado
O que leva significado ao mundo são seus amigos (os de fato)
Tenha amigos. Dê razões para tê-los.
Tenha amigos. Dê razões para tê-los.
domingo, 30 de dezembro de 2018
Sobre 2018
Em geral, todo final de ano tento fazer uma breve retrospectiva de seus sentidos.
Não sei, no entanto, se conseguirei faze-lo para esse ano. Não sei dizer o que há com 2018, mas sinto que há uma confusão de fatores que se embaralha, principalmente agora nos últimos meses, dificultando a minha compreensão de para onde estou indo.
Há algo de perturbador nisso. Raras foram as vezes em que tive problemas para encarar o ciclo que se fechava sem tirar alguma conclusão. Mas há muitas antíteses em 2018.
Sinto que algo está para acontecer. Algo que pode ser muito ruim.
Estou andando meio que como em uma prancha de pirata, mas sem saber o que me aguarda ao fundo.
Está tudo um pouco sem sentido mesmo.
Não sei, no entanto, se conseguirei faze-lo para esse ano. Não sei dizer o que há com 2018, mas sinto que há uma confusão de fatores que se embaralha, principalmente agora nos últimos meses, dificultando a minha compreensão de para onde estou indo.
Há algo de perturbador nisso. Raras foram as vezes em que tive problemas para encarar o ciclo que se fechava sem tirar alguma conclusão. Mas há muitas antíteses em 2018.
Sinto que algo está para acontecer. Algo que pode ser muito ruim.
Estou andando meio que como em uma prancha de pirata, mas sem saber o que me aguarda ao fundo.
Está tudo um pouco sem sentido mesmo.
terça-feira, 16 de outubro de 2018
O que me trouxe até aqui?
O que me fez chegar aonde estou?
Foi minha curiosidade com o mundo, meu amor por meus amigos?
Foram os miados da Mia, as viagens para São Paulo?
Terá sido a terapia, ou todas as vezes que marquei e deixei de ir?
Ou será que, de tudo um pouco, fui me trazendo até aqui?
Como me trouxe a uma cama em Copacabana, ao lado de uma gata que dorme, em uma noite quente de Terça Feira, assistindo um filme brasileiro no Netflix?
Estou cansado de me perguntar isso.
Preciso entender o que estou fazendo nesse lugar.
Foi minha curiosidade com o mundo, meu amor por meus amigos?
Foram os miados da Mia, as viagens para São Paulo?
Terá sido a terapia, ou todas as vezes que marquei e deixei de ir?
Ou será que, de tudo um pouco, fui me trazendo até aqui?
Como me trouxe a uma cama em Copacabana, ao lado de uma gata que dorme, em uma noite quente de Terça Feira, assistindo um filme brasileiro no Netflix?
Estou cansado de me perguntar isso.
Preciso entender o que estou fazendo nesse lugar.
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