Tempo virado

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Questões de Francesca

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Mais um final de semana

Só que diferente.

Fui na Lapa comemorar o aniversário de uma amiga.No começo, achei uma merda, pois pelo menos 20 gays chegaram em mim, mas compensei esse fato, pelo menos

No dia seguinte, fomos jogar cartas e saímos para beber em seguida.

Foi um final de semana cansativo, mas diferente, pelo menos. Não fiquei em casa tocando guitarra, criando músicas e pensando sobre a vida. Nem apenas saí para beber com amigos, terminando a noite bêbado e, novamente, pensativo.

Eu, de fato, me diverti muito.

Mas claro, agora estou devendo dinheiro pra três pessoas diferentes, mas isso faz parte.

(desculpem pelo post inútil e totalmente nebuloso, faz parte da minha vibe de agora)

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

John Frusciante

Your pussy is glued to a building on fire

domingo, 22 de janeiro de 2012

A essência

Por que eu procuro tanto pela paixão das pessoas? Simples. Porque só assim poderei as conhecer para sempre, sem medo de me enganar. Alguém apaixonado é como um livro aberto escrito em negrito.

 Tão fácil de ler quanto um bestseller

Você, sem dúvida, foi diferente. Não consegui nem que se apaixonasse por mim, nem que eu a entendesse.

É isso que ainda me prende a você, percebe?

Isso, e seu entendimento da minha pessoa em nossas primeiras conversas. Você sabe do que eu estou falando.

Muito obrigado. Por tudo

sábado, 21 de janeiro de 2012

Verdadeira ilusão

Juro que por muito tempo acreditei que tivesse achado alguém que pudesse me entender. Não sei o que aconteceu, mas parece que não aconteceu.

Não importa agora. Acho que me enganei.

Mais uma vez.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Perdendo minha religião

Sempre tive uma certa noção do que eu acredito, mas nunca expliquei para ninguém, nem pela fala, nem pela escrita, por isso vou fazer uma tentativa aqui.

Grande parte das pessoas que conheço não acredita em Deus, mas numa inteligência universal, um tipo de energia cósmica (o que, para mim, se resume a uma grande divindade). A diferença disso para o que eu acredito é que, para mim, não há apenas uma, mas infinitas energias que rondam pelo mundo, criando um grande sistema que tende ao equilíbrio.

Além disso, creio que essas energias são geradas por todas as interações de um corpo com o seu meio. Não consigo pensar direito em um exemplo além do banal 'tocar uma música'. As interações podem ser milhares, porém, indo de um canto de um pássaro a uma briga de casal.

Tudo isso gera um sistema de energia inconsciente de si que influencia toda nossa vida, levando ela a um equilíbrio. Dessa maneira, creio, nossas vidas nuncam são inteiramente felizes nem inteiramente miseráveis. Como o equilíbrio é apenas uma tendência, ainda há pessoas que, de tão desesperadas ou tristes, acabam se matando, como há também aquelas que simplesmente não sabem do que reclamar de suas vidas.

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Resumindo, então, acredito em um grande sistema de energias inconsciente de si, gerado por todas as interações de corpos com seus meios, que influenciam em nossas vidas, tendendo-as ao equilíbrio.

Não sei se consegui me explicar direito, afinal, é a primeira vez que tento, mas vamos ver, né, vocês que vão me dizer.

domingo, 8 de janeiro de 2012

Mais reflexões

Tenho consciência de que sou uma pessoa passional, às vezes até demais. Pergunto-me muitas vezes até onde pode me levar esse impulso de paixão instantâneo, que já me fez tão bem e tão mal.

Fico imaginando quais são os limites desse sentimento tão viciante.

Tento levar um pouco dessa coisa dentro de mim pra música, pras letras, pra qualquer coisa que canalize a paixão. De quando em quando até consigo, mas ainda sempre me falta algo, sinto sempre minha música carregada, mas sem muita direção.

Preciso, na verdade, é sair. Sair de tudo.

Quero destruir esse eu que construí e me recriar. Quero queimar tudo que tenho e comprar tudo novo. Quero cortar todos meus laços afetivos e fazer novos. Arrancar as minhas raízes e plantá-las em outro local, em outro eu.

Só assim, creio, vou me aquietar.

O nascer de seu Sol

Contemplo contigo a beleza da incerteza
Quando o risco é um recurso me abasteço de tormenta
Sei que é a viagem, e não o destino, a recompensa

Em um universo paralelo, onde o sol é seu sorriso
velejo junto a ti em águas turbulentas e escuras
deixando-me cair tranquilo no multiverso colorido

Perdoe-me se às vezes quero deitar em seus lábios
Que como pétalas se abrem ao sol nascente
Sonho vestido com seu cheiro de calor extasiado

E depois de um dia quente sobre o arpoador
Fumando os ventos que sopram a sudoeste
Destilamos da noite, enfim, nosso profundo amor

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Estou com febre

(já adianto aos nenhuns leitores desse blog que esse será um longo post)

Acordei hoje muito mal. Estou com dor de ouvido, dor de garganta, febre e muito mal estar. E é justamente agora que me veio a cabeça a ideia de fazer uma retrospectiva de 2011.

Eu poderia fazer isso no facebook, claro, mas acabaria não sendo um texto totalmente verdadeiro, pois há pessoas conhecidas e envolvidas demais com meu ano lá. Por isso, hei de escrever aqui.

Depois de um 2010 turbulento e um tanto quanto triste para mim, comecei 2011 cauteloso e desanimado. Fiz algumas (grandes) besteiras no início do ano, mas aos poucos fui vendo que os problemas viriam a terminar em pouco tempo e novas coisas boas acabaria por acontecer.

Cheguei no primeiro período da faculdade de cabelo e barba grandes, ainda usando óculos e aparelho. Pouco tempo depois formei um grupo de grandes amigos que estão próximos a mim até hoje. Comecei também uma banda que muito me agradava e fiquei saindo com duas garotas por um tempo. As coisas rapidamente melhoraram a partir daí.

Perto do meu aniversário, aposentei meus óculos e comecei a usar lente, além de, pouco depois, também tirar o aparelho. Pouco antes disso tudo, cortei o cabelo e fiz minha barba. Parei de abusar de tudo e comecei a me concentrar na música, que tinha voltado para minha vida no início do ano. Creio que fora graças a isso que 2011 acabou sendo tão bom.

Muito bem, passa o primeiro semestre e começo a tropeçar. Acabei por me desapontar seriamente com minha faculdade e minha ilusão de que eu não precisava me esforçar para passar caiu por terra. Em meados de junho, julho, começo a sair com uma garota que viria a ser minha namorada. Tivemos um ótimo tempo juntos, até que...

eu a traio.

Ela não teve nada a ver com isso, nosso namoro estava indo bem, porém, conheci uma garota com a qual criei um profunda relação de sintonia e conexão. Foi algo completamente inesperado e surpreendente. Parecíamos termos nos dado tão bem, tão perfeitamente bem, que, em determinado momento, eu não consegui resistir e agi.

Depois disso muitos disseram para não contar à minha namorada o que tinha acontecido, mas não consegui. Tampouco consegui terminar com ela, meu maior erro. Demos sobrevida de uma ou duas semanas ao nosso namoro, mas eu não consegui aguentar. Estava tudo parecendo muito errado, muito triste para continuar. Pouco depois, descubro que ela também já não gostava de mim e atuou durante esse tempo por que motivos eu ainda não sei.

Continuei a sair com essa outra garota, pela qual ainda sinto algo, sim, mas não sei direito o quê. É um pouco diferente de qualquer outra coisa que senti antes. Ela é uma garota linda, espontânea e um tanto quanto poética. Tudo que eu sempre apreciei.

Enfim, o ano acabou com um ótimo começo e alguns tropeços no final, mas com um saldo, acredito eu, extremamente positivo. Minhas expectativas para 2012 ainda são indefinidas, mas creio que será um ano ainda mais musical do que o último. Também tentarei ser mais cuidadoso e menos impulsivo com os amores, que foram a origem da maior parte dos problemas de 2011.

Que venha então o futuro, porque eu espero por ele de braços abertos. E cabeça fervendo.